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Quem Eu Ajudo: O Cuidado que Acolhe Gestantes, Mães e Famílias Inteiras

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A maternidade é uma travessia que transforma, expande e, ao mesmo tempo, fragiliza. Dentro desse processo, existem dores, dúvidas e silêncios que a maioria das mulheres carrega sem voz, sem preparo e sem apoio. É nesse ponto que o meu trabalho nasce. Eu ajudo mulheres que precisam de presença, orientação e segurança para viver a gestação, o parto e a amamentação com consciência e dignidade. Não importa se é o primeiro bebê ou o terceiro, se o parto é normal ou cesárea, se a amamentação é um sonho ou um medo: eu ajudo mulheres a encontrarem seu lugar dentro da própria maternidade.


Eu ajudo gestantes que estão vivendo a mistura de emoção e incerteza, especialmente quando estão longe do país, da família e das referências que conheciam. Muitas carregam o medo de não saber o que vão enfrentar, e é nesse território vulnerável que o cuidado precisa ser ainda mais humano. Ajudo também mulheres que já ouviram histórias traumáticas, que foram apressadas, mal orientadas ou desacreditadas em outros partos, e que agora desejam viver uma experiência diferente, mais respeitosa, informada e calma.

Também acompanho mães que se preparam para amamentar, ou que já estão enfrentando dificuldades reais: dor, pega incorreta, bebê perdendo peso, pressão para usar fórmula, confusão de bicos e exaustão emocional. Nos Estados Unidos, a realidade é ainda mais desafiadora.


O país está entre os que menos amamentam no mundo desenvolvido, e isso não acontece por falta de vontade das mulheres, mas pela força da indústria da fórmula e pela ausência de suporte técnico adequado nas primeiras horas de vida. Muitas mães recebem orientação inadequada, são encorajadas ao desmame precoce ou têm seu processo interrompido por condutas hospitalares que prejudicam o início da lactação. Eu ajudo essas mulheres a não serem capturadas por esse sistema. Ensino o que fazer, como fazer e quando fazer, para que a amamentação aconteça com segurança, técnica e vínculo.

Ajudo mães que precisam de acolhimento emocional, porque nem sempre o que falta é força. Às vezes, o que falta é alguém que enxergue a mulher antes da mãe, que escute suas dores sem julgamento e que sustente suas decisões com respeito. Muitas vivem o pós-parto em silêncio, longe do país, tentando equilibrar o bebê, a casa, o corpo e o coração.


Eu ajudo essas mulheres a encontrarem um lugar de respiro, autonomia e presença.

Ajudo famílias que desejam viver uma experiência mais consciente desde o começo. O apoio à gestante não é apenas para o dia do parto, mas para toda a jornada que envolve decisões, posicionamento, conhecimento e autonomia. Quando a mulher se prepara antes, ela vive o parto com menos medo, vive a amamentação com mais segurança e vive o pós-parto com mais estabilidade emocional.


No fim, o que eu faço é devolver à mulher aquilo que o sistema, a pressa e a falta de acolhimento tentam tirar: a confiança no próprio corpo, a fé no seu instinto, a clareza para tomar decisões e a liberdade para viver a maternidade de forma humana e verdadeira. Eu ajudo mulheres a transformarem medo em segurança, dor em conexão e solidão em presença.


Se você deseja viver essa fase com mais consciência, preparo e acolhimento, estou aqui para caminhar com você.

 
 
 

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